Entrevista no jornal hoje, pra quem quer assistir, o link é:
http://g1.globo.com/jornalhoje/0,,MUL1164216-16022,00-PAIXAO+PELO+IDIOMA+E+PELA+FRANCA+LEVA+BRASILEIROS+A+ESTUDAR+EM+PARIS.html
Sobre arte, estética e comunicação. Impressões e elucubrações de um espirito inquieto e constantemente poético.
quarta-feira, 27 de maio de 2009
sexta-feira, 22 de maio de 2009
é inùtil se tentar fugir da longa estrada
Paris, 23 de Mai
é incrìvel como eu padeço de mim mesmo
é incrivel a desformidade humana.
nasci em berço de palha
à quilometros daqui.
sao as minhas memorias que me fazem rebecer o meu presente de outra forma.
o meu presente é o resultado enfurecedor do meu passado de medos.
hoje o medo mudou de nome, ele é agora o instante.
o meu presente é o meu passado convertindo em mim mesmo.
ele é o susto com as coisas que ha fora de mim.
o susto com o mundo dos outros.
olho os fantasmas ao meu lado,
sao futeis e alegres ao mesmo tempo.
sou inùtil com minha poesia, mas,
mas ela é uma forma de eu sentir mais assim,
mais perto de mim mesmo.
sou tudo isso, o estranhamento dos impresssionistas
em busca da perfeiçao neo-classica. Contradiçao.
e um pouco de fragilidade humana
a fragilidade do amor
a fragilidade da escuridao
a fragilidade da dor
a fragilidade da solidao
a fragilidae da saudade
a fragilidade do sexo
a fragilidade do sonho
a fragilidade da desgraça
engraçada, engessada em mim.
fui hoje ao samba,
ontem a òpera,
amanha irei ao museu
agora, eu rego minhas rosas
estou olhando para elas
bem de frente a minha janela.
sao vermelhas, vivas e sem sentido,
por isso sao vivas, porque elas nao tem sentido nenhum de existência.
sao rosas por que nasceram assim, vermelhas e bonitas
E eu.....
Eu nao!
Eu nasci homem, e o meu sentido de existir é...
é incrìvel como eu padeço de mim mesmo
é incrivel a desformidade humana.
nasci em berço de palha
à quilometros daqui.
sao as minhas memorias que me fazem rebecer o meu presente de outra forma.
o meu presente é o resultado enfurecedor do meu passado de medos.
hoje o medo mudou de nome, ele é agora o instante.
o meu presente é o meu passado convertindo em mim mesmo.
ele é o susto com as coisas que ha fora de mim.
o susto com o mundo dos outros.
olho os fantasmas ao meu lado,
sao futeis e alegres ao mesmo tempo.
sou inùtil com minha poesia, mas,
mas ela é uma forma de eu sentir mais assim,
mais perto de mim mesmo.
sou tudo isso, o estranhamento dos impresssionistas
em busca da perfeiçao neo-classica. Contradiçao.
e um pouco de fragilidade humana
a fragilidade do amor
a fragilidade da escuridao
a fragilidade da dor
a fragilidade da solidao
a fragilidae da saudade
a fragilidade do sexo
a fragilidade do sonho
a fragilidade da desgraça
engraçada, engessada em mim.
fui hoje ao samba,
ontem a òpera,
amanha irei ao museu
agora, eu rego minhas rosas
estou olhando para elas
bem de frente a minha janela.
sao vermelhas, vivas e sem sentido,
por isso sao vivas, porque elas nao tem sentido nenhum de existência.
sao rosas por que nasceram assim, vermelhas e bonitas
E eu.....
Eu nao!
Eu nasci homem, e o meu sentido de existir é...
quinta-feira, 21 de maio de 2009
Paris 16 Mai - Samedi
Eu continuo procurando o porque da vida!
Continuo buscando sentir o insensìvel,
o inesperado.
Mas o mundo gira, e eu,
eu sinistramente continuo parado.
Sonho em dançar mais palavras
Cantar mais movimentos
escrever mais alto.
A cada canto do novo mundo
vou descobrindo o meu interior.
Como Ulisses na Odisséia.
Numa viagem de resistencias
Resistencia aos desejos, às limitaçoes,
fìsicas e morais.
E sobretudo as emocionais
Eu espero loucamente
Chegar a mim mesmo.
Je trouve tout le temps le sens de la vie
Paris 16 Mai - Samedi
A primeira galeria do museu, impressionou-me profundamente. Eu estava em contato com a perfeiçao do classicismo, a beleza do màrmore e do bronze. Os detalhes, a precissao técnica, o realismo exaltado, a intensidade da verdade. Diante as estàtuas fiquei imòvel, sem saber para onde ir, por onde começar, para onde olhar. Sentei, respirei e me deixer ser olhado pelos corpos desenhados naquela verdade fantàstica.
Musée D'Orsay
O Musée d'Orsay situa-se na margem esquerda do rio Sena no VII arrondissement. As colecções do museu apresentam principalmente pinturas e esculturas da arte ocidental do período compreendido entre 1848 e 1914 (Neo-classicismo ao Pos-Impressionismo). Entre outras obras estão la presentes obras de Van Gogh, Monet, Degas, Maurice Denis, Dominique Ingres, Toulousse Loutrec. Existem também exposição temporárias que decorrem paralelamente à exposição permanente.


quinta-feira, 14 de maio de 2009
Musée Rodin
Rodin ultrapassa o equilibrio clàssico com uma monumentalidade exaltada. Faz explodir a éstatua em ondas de massas liquefeitas, sustentadas por tensoes lineares subitas, às vezes espasmodicas ; o nucleo plastico ocupa o espaço circundante com efeitos de abatimentos e dissolvôencia de luz ao longo dos planos ingremes e irregulares. A ultrapassagem dos limites torna-se sublimaçao; mais do que se remete aos impressionistas, exaspera o inacabado michelangeliano.


domingo, 10 de maio de 2009
ARTE MODERNA - reflexao e apreciaçao
A primeira experiencia do mundo, isto é, a experiencia estética, é esquecida, transferida para o inconsciente. Apenas poucos individuos - os artistas - desenvolvem-na, ligam-na a certas técnicas organizadas, dela extraem objetos a que a sociedade atribui certo valor. (Giulio Carlo, Arte moderna)
sexta-feira, 8 de maio de 2009
Montmartre - Sacré-coeur
Arte Sacra.
A tentativa de produzir uma proximidade com o divino està presente no minuncioso e detalhado trabalho artistico da Igreja do Sacré-Coeur.
Hà um dourado vivo, cristo demonstra-se como rei, senhor e nucleo.
O trabalho de iluminaçao tem uma funçao fundamental. Pois o direcionamento da luz em contraste com o ambiente escuro da igreja, causa uma sensaçao de drama, de sublimaçao, de expressividade extrema.
Uma observaçao sobre esta técnica de direcionamento da luz. Pois o espectador acaba olhando para o que é dito (imposto), e acabamos nao olhando para o que se esconde.
belo e grandioso
quinta-feira, 7 de maio de 2009
Paris 05 de Maio - 13:36
Nao sei, afinal muito do que escrevo começa com essa angustiante frase. E entao o que sabemos nos?
Nesta tarde fria, de Paris, eu me desconstruo diante o infinito, diante a grandeza da alma, me desconstruo pela impotencia. O ser humano é a nao compreensao da existencia. "morrer, dormir, talvez. Sonhar".
Agora frente ao "Centre Pompideu" (museu de arte moderna) ou beauboung como os francesses o chamam, eu encontro comigo, um homem as avesas, com o mundo revirado, construido de outra forma. Existente pelo que ha' dentro e que se move no interior, no abstrato, na essencia;
Ahh,!! a arte moderna. O que é a realidade? o que realmente existe? O brilho da estrela que vemos, mas que ja morreu a muito tempo?
O que existe? o visivel, ou o sensivel.
Essa e a primeira impressao da cidade que acabo de descobrir
terça-feira, 5 de maio de 2009
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