terça-feira, 14 de junho de 2011

(detalhe das esculturas de cedro de Aleijadinho em Congonhas do Campo)



A questão da vaidade
A questão da arrogância, da ganância.
A questão da autoestima
A questão do amor pelo outro
O amor por si mesmo
Devemos aprender a ver o visível que não vemos.

(inspiração no seminário dos alunos de Estética e História da arte)

terça-feira, 17 de maio de 2011

Eugène Leroy (1910 – 200)

Grosse rose rouge

Huile sur toile, 1993

Musée d’art moderne de Paris


"A tentativa de não comunicar é, de qualquer modo, tão complexa quanto a tentativa de comunicar, e sem dúvida ingualmente antiga" (Alberto Manguel)

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Edgar Degas (1834-1917)
Petite danseuse de 14 ans
entre 1921 et 1931, modèle entre 1865 et 1881
Statue en bronze avec patine aux diverses colorations, tutu en tulle, ruban de satin rose dans les cheveux, socle en bois
(referência: http://www.musee-orsay.fr/fr/collections/oeuvres-commentees/sculpture)

"O espirito utiliza as Imagens para captar a realidade profunda das coisas, é exatamente porque essa realidade se manifesta de maneira contraditória, e consequentemente não poderia ser expressada por conceitos" (Mircea Eliade, em Imagens e Símbolos, p. 11)




quinta-feira, 14 de abril de 2011


Hermes (mercúrio)
Conhecido como Hermes Richelieu
Escultura roamana do século II a.C.
Foto tirada do museu do Louvre - Paris


Hermes, filho de Zeus e Maia, a mais jovem das
Plêiades. nasceu num dia quatro (número que lhe era
consagrado), numa Caverna do Monte Cilene, ao Sul da
Arcádia. Apesar de enfaixado e colocado num vão de um
salgueiro, árvore sagrada, símbolo da fecundidade, da
criação portanto, Hermes, no mesmo dia em que veio à luz,
desligou-se das faixas, demonstração da sua natural
inquietação, do seu gosto pela liberdade e do seu poder de
ligar e desligar, isto é, de aproximar-se c afastar-se.

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Pablo Picasso - A suplicante
1937, Musée Picasso - Paris

"Quando crianças, muitas vêzes vemos com toda a clareza esse caminho para o conhecimento. A criança apanha alguma coisa e quebra-a a fim de conhecê-la; ou apanha um animal; cruelmente arranca as asas de uma borboleta a fim de conhecê-la, de forçar seu segredo. A crueldade em si, é motivo por algo mais profundo: o desejo de conhecer o segredo das coisas e da vida." (Erich Fromm)

quinta-feira, 31 de março de 2011

"Quem nada conhece, nada ama. Quem nada pode fazer, nada compreende. Quem nada compreende, nada vale. Mas quem compreende também ama, observa, vê... Quanto mais conhecimento houver inerente numa coisa, tanto maior o amor... Aquele que imagina que todos os frutos amadurecem ao mesmo tempo, como as cerejas, nada sabe a respeito das uvas." (Paracelso)

Tunga - True Rouge, redes, madeira, vidro soprado, pérolas de vidro, tinta vermelha, esponjas do mar, bolas de sinuca, escovas limpa-garrafa, feltro,bolas de cristal, 1315 x 750 x 450 cm, 1997
True Rouge 1997
Técnica mista Mixed mídia

Desde meados dos anos 1970, Tunga cria obras de um imaginário exuberante em desenho, escultura, instalação, filme, vídeo e performance. Seu impulso multimídia está associado a uma compreensão da arte como campo multidisciplinar, em que filosofia, ciências naturais e literatura andam ao lado das artes visuais; trata-se de compreender as ações físicas de uma obra como parte do pensamento sobre ela, evitando-se a dissociação entre teoria e prática de um mesmo fenômeno. Não raro, para o artista é importante também ultrapassar os limites entre ciência e fantasia, realidade e ficção, resultando na criação de uma mitologia própria. Em vários de seus trabalhos, o artista contrata performers para realizar algo parecido a rituais performáticos, “inaugurando” a obra. Para denominar estas obras, prefere o termo “instauração” a performance ou instalação, que definiria de maneira mais satisfatória algo que, a partir daquele ato, começa a existir. True Rouge pertence a este grupo de trabalhos. Na instalação, atores nus interagiram com os objetos pendentes: recipientes que contêm um líquido viscoso, vermelho, que derramam sobre si e os vidros, remetendo aos ciclo vitais. O trabalho surge do poema que lhe dá título, escrito por Simon Lane e que descreve uma ocupação do espaço pelo vermelho, valendo-se de trocadilhos entre a língua inglesa e francesa. Os objetos que pendem do teto, unidos por estruturas interdependentes, aludem a um grande teatro de marionetes: uma escultura de manipulação, que, se valendo da gravidade, não chega, contanto, a tocar o chão.
Fonte: http://www.inhotim.org.br/index.php/arte/texto/de_parede/311/tunga

Tunga - True Rouge, redes, madeira, vidro soprado, pérolas de vidro, tinta vermelha, esponjas do mar, bolas de sinuca, escovas limpa-garrafa, feltro,bolas de cristal, 1315 x 750 x 450 cm, 1997


Instalação no instituto Inhotim - Arte com cheiro, cor, movimento, cinética e estética.
Valeu a pena a experiência - todos devemos ir ao menos uma vez na vida conhecer o Inhotim, é o nosso Louvre contemporâneo. Excelente

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011


Robert Morris - Blin time V

"Ver a pintura é ver o toque, ver os gestos manuais do artista, daí o porquê de sermos tão rigorosamente proibidos de tocar a tela".