Essas sao minhas palavras de agora, o desejo de que o hoje seja inteiro em mim.
Sobre arte, estética e comunicação. Impressões e elucubrações de um espirito inquieto e constantemente poético.
terça-feira, 30 de junho de 2009
Paris 30 de Junho - mardi
Meus olhos se auroram
Meus olhos se encobrem
Meus olhos desconhecem
Meus olhos se fecham
Daqui nao levo muitas pedras
levo esse olhar inquieto
Daqui nao levo muitas ciências
levo esse olhar fixo
Nao levo sequer uma nota de valor
Mas levo esse sentimento que me transpassa pelo olhar
Meus olhos cheiram
Meus olhos gritam
Meus olhos fixos reafirmam meu destino
Eu nao trouxe de là alimento
mas tenho minha alma
Nao trouxe de la força interna
mas tenho o sentimento de passagem
Nao trouxe seguer um dicionario de como se vive
mas tenho os meus olhos que me ensinam a amar.
sábado, 20 de junho de 2009
Musée du Louvre
vim respirar
vim amar mais
vim enlouquecer
vim sonhar
Encontrar os meus dias nao dizidos
Encontrar minha historia de criança
Vim buscar meu presente esquecido
vim dizer que existo, do outro lado de mim
vim sentir o que ja sentia, mas de um outro modo.
Vim dizer a deus que acredito no universo
vim acreditar na minha crença esquecida
vim dançar ciranda, cantar outros versos
Vim nao esquecer
Vim desesperadamente tocar
deixar-me ser tocado
criar
vim.
Musée du Louvre
sábado, 13 de junho de 2009
segunda-feira, 8 de junho de 2009
Musée Picasso
Ah na foto abaixo sou eu e Olga, hehehe Picasso ficaria com ciumes....
(Pour moi, il n'y a pas de passé, ni d'avenir en art. Si une oeuvre d'art ne peut vivre toujours dans le présent, inutile de s'y attarder - Pablo Picasso)
Video performance.
Ville
Je suis un éphémère et point trop mécontent citoyen d'une métropole crue moderne parce que tout goût connu a été éludé dans les ameublements et l'extérieur des maisons, aussi bien que dans le plan de la ville. Ici vous ne signaleriez les traces d'aucun monument de superstition. La morale et la langue sont réduites à leur plus simple expression, enfin! Ces millions de gens qui n'ont pas besoin de se connaître amènent si pareillement l'éducation, le métier et la vieillesse, que ce cours de vie soit être plusieurs fois moins long que ce qu'une statistique folle trouve pour le peuples du continent. Aussi comme, de ma fenêtre, je vois des spectres nouveaux roulant à travers l'épaisse et éternelle fumée de charbon, - notre ombre des bois, notre nuit d'été!
De ma fenêtre j'admire toutes les expositions de peinture. Quelles peintures! Je regarde l'énormité singulier de toutes les merveilles de l'architecture.
Au loin je vois le haut quartier, que a des parties inexplicables: un bras de mer, sans bateaux, roule sa nappe de grésil bleu entre des quais chargés de candélabres gerants.
J'aimerais, tout vous transmettre la magie de l'univers rimboldier.
De ma fenêtre je vois les amoureux qui s'embrassent, qui se regardent, qui s'aiment, sur la scène de la ville.
sexta-feira, 5 de junho de 2009
Paris 3 de Junho
Performance na abertura da Vernissage dos artistas: Pauline Fraisse e Greg Eleze.
quarta-feira, 27 de maio de 2009
Entrevista!!!
http://g1.globo.com/jornalhoje/0,,MUL1164216-16022,00-PAIXAO+PELO+IDIOMA+E+PELA+FRANCA+LEVA+BRASILEIROS+A+ESTUDAR+EM+PARIS.html
sexta-feira, 22 de maio de 2009
é inùtil se tentar fugir da longa estrada
é incrìvel como eu padeço de mim mesmo
é incrivel a desformidade humana.
nasci em berço de palha
à quilometros daqui.
sao as minhas memorias que me fazem rebecer o meu presente de outra forma.
o meu presente é o resultado enfurecedor do meu passado de medos.
hoje o medo mudou de nome, ele é agora o instante.
o meu presente é o meu passado convertindo em mim mesmo.
ele é o susto com as coisas que ha fora de mim.
o susto com o mundo dos outros.
olho os fantasmas ao meu lado,
sao futeis e alegres ao mesmo tempo.
sou inùtil com minha poesia, mas,
mas ela é uma forma de eu sentir mais assim,
mais perto de mim mesmo.
sou tudo isso, o estranhamento dos impresssionistas
em busca da perfeiçao neo-classica. Contradiçao.
e um pouco de fragilidade humana
a fragilidade do amor
a fragilidade da escuridao
a fragilidade da dor
a fragilidade da solidao
a fragilidae da saudade
a fragilidade do sexo
a fragilidade do sonho
a fragilidade da desgraça
engraçada, engessada em mim.
fui hoje ao samba,
ontem a òpera,
amanha irei ao museu
agora, eu rego minhas rosas
estou olhando para elas
bem de frente a minha janela.
sao vermelhas, vivas e sem sentido,
por isso sao vivas, porque elas nao tem sentido nenhum de existência.
sao rosas por que nasceram assim, vermelhas e bonitas
E eu.....
Eu nao!
Eu nasci homem, e o meu sentido de existir é...
quinta-feira, 21 de maio de 2009
Paris 16 Mai - Samedi
Eu continuo procurando o porque da vida!
Continuo buscando sentir o insensìvel,
o inesperado.
Mas o mundo gira, e eu,
eu sinistramente continuo parado.
Sonho em dançar mais palavras
Cantar mais movimentos
escrever mais alto.
A cada canto do novo mundo
vou descobrindo o meu interior.
Como Ulisses na Odisséia.
Numa viagem de resistencias
Resistencia aos desejos, às limitaçoes,
fìsicas e morais.
E sobretudo as emocionais
Eu espero loucamente
Chegar a mim mesmo.
Je trouve tout le temps le sens de la vie