Paris, 23 de Mai
é incrìvel como eu padeço de mim mesmo
é incrivel a desformidade humana.
nasci em berço de palha
à quilometros daqui.
sao as minhas memorias que me fazem rebecer o meu presente de outra forma.
o meu presente é o resultado enfurecedor do meu passado de medos.
hoje o medo mudou de nome, ele é agora o instante.
o meu presente é o meu passado convertindo em mim mesmo.
ele é o susto com as coisas que ha fora de mim.
o susto com o mundo dos outros.
olho os fantasmas ao meu lado,
sao futeis e alegres ao mesmo tempo.
sou inùtil com minha poesia, mas,
mas ela é uma forma de eu sentir mais assim,
mais perto de mim mesmo.
sou tudo isso, o estranhamento dos impresssionistas
em busca da perfeiçao neo-classica. Contradiçao.
e um pouco de fragilidade humana
a fragilidade do amor
a fragilidade da escuridao
a fragilidade da dor
a fragilidade da solidao
a fragilidae da saudade
a fragilidade do sexo
a fragilidade do sonho
a fragilidade da desgraça
engraçada, engessada em mim.
fui hoje ao samba,
ontem a òpera,
amanha irei ao museu
agora, eu rego minhas rosas
estou olhando para elas
bem de frente a minha janela.
sao vermelhas, vivas e sem sentido,
por isso sao vivas, porque elas nao tem sentido nenhum de existência.
sao rosas por que nasceram assim, vermelhas e bonitas
E eu.....
Eu nao!
Eu nasci homem, e o meu sentido de existir é...
"Só sei que a vida nos prepara cada cilada..."
ResponderExcluirLindo texto!
lindo. de verdade. te vi em tudo isso.
ResponderExcluirespero que esteja bem. também, cmo nãoestar num lugar tão maravilhoso?
ResponderExcluirsortudo :D
Professoor o que ta fazendo aii? Nein lembra de mim néah...vcê deu aula pra mim no Educandário Sol Nascente. Parabéns acredito que conseguiu realizar um grande sonho seu, continue assim.Ah! eu vii sua entrevista no JornalHoje nem acreditei quando vii.
ResponderExcluirAbraçoo e mt sucesso
Fessoooorrr *-*
ResponderExcluirTAA O MÁXIMOO AKI!
Adoreeeii!
APROVEITAA muitoo, e Voltaa heein?!
SAUDADEEESSS!
Naraa Leão !
Olá, Leandro, aqui quem posta essa mensagem é o Saymon, um antigo aluno seu do curso de Introdução ao Teatro. Lembro que uma vez vc leu um poema de Pessoa em uma dada aula lá no Grande Hotel, era sobre "a eterna novidade do mundo". Lá se foi uma agradável tarde do mês de julho de 2005... Hoje sei mais do que nunca que a vida é movimento, como no Teatro. Novidade supõe movimento. Logo, viver é sempre procurar o novo. Eu entendi isso naquela tarde, mas só agora respeido essa sabedoria. Saúde, irmão.
ResponderExcluirLeandro lendo qualquer coisa escrita por vc parece até que ouço sua voz,bela e calm porém especialmente,encantadora.
ResponderExcluirque saudade de você!
Helena,ex aluna do curso de artes visuais de Mineiros