quinta-feira, 7 de maio de 2009


Paris 05 de Maio - 13:36

Nao sei, afinal muito do que escrevo começa com essa angustiante frase. E entao o que sabemos nos?
Nesta tarde fria, de Paris, eu me desconstruo diante o infinito, diante a grandeza da alma, me desconstruo pela impotencia. O ser humano é a nao compreensao da existencia. "morrer, dormir, talvez. Sonhar".
Agora frente ao "Centre Pompideu" (museu de arte moderna) ou beauboung como os francesses o chamam, eu encontro comigo, um homem as avesas, com o mundo revirado, construido de outra forma. Existente pelo que ha' dentro e que se move no interior, no abstrato, na essencia;
Ahh,!! a arte moderna. O que é a realidade? o que realmente existe? O brilho da estrela que vemos, mas que ja morreu a muito tempo?

O que existe? o visivel, ou o sensivel.
Essa e a primeira impressao da cidade que acabo de descobrir

Um comentário:

  1. Amore vc ta lindo..eu num fui me despedir de vc, mas nem preciso te dizer, o quando TE AMO...
    E eu odeio despedidas...rsrs
    Te amu

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